the book

05:47:00



Há cinco anos que escrevo num caderno em paralelo com todos os blogs que tive neste espaço de tempo. Muitos dos textos que escrevia acabaram publicados nos blogs. Sempre consegui escrever melhor com caneta e caderno do que em frente a um computador. Talvez porque "fujo" de casa e arranjo mais um recanto novo para escrever. É das melhores sensações do mundo sentires que és apenas tu e a escrita e não há mais ninguém. E eu só me consigo sentir assim fora do computador. A história que relato naquilo que chamo de livro, não é corrida. Não é o habitual drama. São fragmentos do meu peito que precisei retirar do órgão cardiovascular de modo a tentar apaziguar um pouco o que me faziam sentir. Seja bom ou mau. E quando à pouco me perguntaram porque não escrevia um livro eu ri-me e voltei a lembrar-me dele. Lembrei-me que com as circunstâncias da vida deixei-o um pouco para trás e não atualizei os fragmentos na escrita manual. E agarrei-me de novo àquilo. Ao relato de uma história de amor marcante, apaixonante, revoltante e inesperada. Que teve e continua a ter tanta mágoa como tem de amor. Que teve e continua a ter tanto medo como tem de amor. Já tinha passado os cinco anos a computador e imprimido. 5 anos resumidos em 350 páginas A4. Até que o meu coração precisou de acrescentar um último capitulo. E hoje termino a história que eu mais gosto, termino em escrita porque o meu coração ainda sente! Só não sei se guarde para mim ou partilhe com o lado masculino!

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